Um monólogo brilhantemente interpretado por Maria Rueff, a partir da obra homónima de Isabela Figueiredo.
Maria Luísa já não é gorda. Mas ainda pensa como gorda. Professora numa escola problemática, onde se defende que apenas a acção e os resultados interessam, fez uma cirurgia de redução de peso. O resultado foi um corpo com menos quarenta quilos.
“A Gorda” é uma história sobre amor-próprio, um imenso amor de juventude e o maior desgosto que se pode viver. Sobre o amor dos pais e a sua falta, com o Portugal florescente e contraditório do pós-25 de Abril como pano de fundo.

